Windows to the light
Jesper Andersen 00 351 91 2501535
Proxima exposiçao no Breiner 85.
Exposiçao patente de Sab 10 Janeiro - Qui 12 Fevereiro
Aberto todos os dias : 10:00 - 02:00
Inauguraçao: Sabado 10 Janeiro às 19.00 Horas
A noite: entrada de 5 euros com concerto de Andrew Thorn
Rua do Breiner,nº 85 Porto
www.breyner85.com
tlf: 222 013 172 / 936 440 865
www.myspace.com/breyner85
Windows to the Light
“On the death of any living creature the spirit returns to the spirit world, the body to the bodily world. In this however, only the bodies are subject to change. The spiritual world is one single spirit who stands like onto a light behind the bodily world and who, when any single creature comes into being, shines through it as through a window. According to the kind and size of the window less or more light enters the world. The light itself however remains unchanged.”
“Na morte de qualquer criatura a alma regressa ao mundo espiritual e o corpo ao mundo corpóreo. Neste processo só o corpo está sujeito à mudança. O mundo da alma é uma única alma, que fica como uma luz atrás do mundo corpóreo e que, quando qualquer ser entra neste mundo material, brilha através dele como se brilhasse através de uma janela. Dependendo do tipo e do tamanho da janela mais ou menos luz entra no mundo. A luz, no entanto, permanece inalterada.”
Aziz Nasafi
Se desejarmos realmente entender esta luz então o melhor que podemos fazer é observá-la do maior número de janelas diferentes. Noutras palavras, se quisermos entender a realidade como ela é devemos ver e entender a realidade, os pontos de vista, do maior número de pessoas possível.
Todas as pinturas que faço são, e têm sempre sido pessoas. Por pessoas quero dizer diferentes pontos de vista, diferentes atitudes, diferentes ideais. Nestas pinturas assumo que as pessoas são janelas, mas todas as janelas são divididas em dois, não necessariamente ao meio. Assim, vemos que as pessoas normalmente têm um ‘eu’ que elas mostram às outras pessoas e um ‘eu’ que mantêm para elas próprias, o ‘eu’ que são quando estão sozinhos. Em algumas pessoas este ‘eu’ próprio e ‘eu’ da comunidade são do mesmo tamanho e bastante parecidos, noutros é completamente diferente.
Em alguns o ‘eu’ próprio é muito grande, enquanto que o que eles mostram às outras pessoas é muito pequeno; noutros é ao contrário. As cores também são muito importantes, porque as cores são a manifestação da diferente passagem da luz: a luz contém todas as cores, as cores são frequências que fazem parte do espectro da luz branca. As pessoas vibram a frequências diferentes, vêem o mundo de maneiras diferentes, mas todas fazem parte do mesmo espírito universal. Aqui também as cores podem dizer-nos muito sobre as pessoas - algumas pessoas tem um ‘eu’ próprio e um ‘eu’ público com uma cor aproximada e algumas pessoas, pelo contrario, mostram algo diferente daquilo que, na realidade, são.
Temos que tentar equilibrar esta interiorização e exteriorização da luz. Temos que tentar ser transparentes para afectar a luz o menos possível, deixá-la passar por nós sem a obstruirmos, tal como devíamos viver a vida deixando a vida, a natureza, viver através de nós.



